E então, lá estava eu, novamente lá estava eu, naquele lugar
horrível...
Eu prometi a mim mesmo, nunca, prometi que nunca mais
voltaria aqui, neste lugar horrível.
É a parte mais pútrida, mais corrompida, mais horrível e
vergonhosa de meu ser. É onde é o escondi, e lá estou eu , lá estou eu
procurando ele novamente, ele está ali, onde estou agora, está no quarto
escuro, o quarto dos piores sentimentos, eu o procuro, o procuro mesmo sem
querer acha-lo, agora o vejo, embaixo de uma dúzia de pensamentos que um dia me
fizeram feliz, mas a caixa está trancada, ainda bem penso eu, a arma está em
minha mãos, tenho que me livrar dela, então abro a janela da minha mente, e jogo
a caixa para fora do quarto escuro, nunca mais irei olha-la nunca mais verei
aquela caixa, ao menos era assim que eu pensava...
Gosto do que escreve sobre a natureza humana nesse diálogo entre o real e imaginado e entre o que queremos e o que não controlamos ser.
ResponderExcluirE a caixa nunca estará trancada.
;)